Vomitando Sapos

Pois é, passamos por situações muitas vezes constrangedoras e acabamos nos calando e engolindo o sapo que nos enfiam goela abaixo.
Por exemplo, aquele folgado que se senta do nosso lado no ônibus e abre as pernas ocupando não só o seu lado do banco como metade do nosso como se fosse ele o único no pedaço. Porque ninguém reclama?
Vaissifodê! Chega!
De agora em diante vou vomitar todos esses sapos que querem me fazer engolir.
Não terei mais freio na língua. Se não me respeitam, não os respeito.
Não pisa no meu calo que eu te quebro a perna.
Bateu, levou!
Não me rela um dedo que eu te meto a mão!
Não gosta do que falo?. Não me provoque.
Não quer saber?. Não pergunte!
Se perguntar, respondo!

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